Milico Ponderão

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CANSEI DE SER RECRUTA, AGORA SOU UM BOMBOM


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5 VERDADES SOBRE O GORRO DO SUB


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PADROEIRO DA AERONÁUTICA


Santos Dumont chega a tremer no túmulo
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AVALIAÇÕES LATERAIS NO SGD: O CASO DO COMANDANTE QUE NÃO ACEITA CONCEITO MÁXIMO


Caso ocorrido com vários militares

O comandante de um batalhão específico mandou DISTRIBUIR FATD aos militares que deram notas máximas em avaliações laterais no SGD com argumento de que trabalharam mal intencionalmente.

Diante disso, aqui vão algumas ponderações:

1) A avaliação é subjetiva, ou seja, o militar avalia da forma que ele enxerga aquele que está sendo avaliado nos atributos estabelecidos.

2) O sistema autoriza esse tipo de avaliação, desde que seja justificado, o porquê da menção atribuída. O que demanda mais tempo daquele que está avaliando, tendo em vista que o mesmo deve justificar sua menção proferida.

4) Se o Comandante tem o poder de interferir nas avaliações laterais, porquê que elas existem então? Não há necessidade de fazê -las já que vai haver interferência do comandante.

5) Se esse poder não é atribuído ao comandante, então trata-se de abuso de autoridade por parte deste?

6) Se o Comandante tem esse respaldo pra interferir e mudar a avaliação lateral realizada pelo avaliador, então o programa é falho? E quem aprovou o programa também falhou em aprová-lo? Porque se não pode ser atribuída nota máxima, desde que justificada,  porquê o programa aceita?

7) É correto o Comandante não concordar com as avaliações laterais e mandar abrir FATD alegando que trabalharam mal intencionalmente?

8) Qual é a verdadeira intenção de Brasília? Avaliação lateral ou do Comandante de OM?

9) Então tem razão o Comandante quando diz que nenhuma praça pode ser excepcional na maioria ou em todos os requisitos?

10) Algo será feito nesse caso ou como na grande maioria das vezes os Comandantes ficam impunes? Lamentável...

(Dica do ponderão Lucas)
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ALTERAÇÕES MILITARES AUMENTAM COM A CHEGADA DO POKÉMON GO


Mal iniciou o caça aos Pokémons no Brasil e já temos vários casos inusitados na caserna. Segundo dados oficiais da Seção de Inteligência e Dados de Ocorrências Militares, na noite passada teve um aumento de 85% no acionamento de PDA (Plano de Defesa do Aquartelamento) e o jogo do Pokémon GO foi a causa desse aumento significativo: “Não foram só os paisanos que estavam pulando os muros dos quarteis para capturar os Pokémons, tivemos também laranjeiras zanzando pelo quartel em busca dessas coisas e conturbaram o serviço durante a madrugada”, disse o tenente Cieslak.

Outro caso que acabou com um FATD foi o do soldado EV Juliano que entrou na sala do comandante do batalhão sem permissão durante uma reunião que o general estava fazendo com o comando daquela unidade militar. “Estávamos em uma reunião delicada sobre o assunto estratégico na segurança das olimpíadas e do nada o militar entra na sala com o celular na mão pra capturar o tal do Pokemon, isso é inadmissível”, disse o major Alvaro que estava na reunião e presenciou o ocorrido.

Engana-se quem acha que só os soldados estão polemizando com esse jogo. Um grupo de oficiais criou um jogo similar com o  nome de “Soldiermon  Go”. Nesse jogo, os oficiais saem em busca de capturar soldados dentro ou fora do quartel. Segundo o relato do soldado NB Miguel, o 2º tenente invadiu a casa do soldado para “capturá-lo”. Uma sindicância foi aberta para apurar os fatos.


O jogo Soldiermon Go pode ser encontrado no Google Play clicando aqui

Houve também um 3º sargento que estava concentrado na captura de um Pokémon que encontrava-se no pátio do quartel e acabou trombando com um capitão e o impacto quebrou o nariz do oficial.

Estamos orientando as nossas tropas a não jogarem isso dentro da caserna para evitar problemas como esses que ocorreram em tão pouco tempo de lançamento do jogo” disse o coronel Macedo.




Obs: essa matéria é isenta de verdades

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