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MILITAR CHATO

Sempre "arará" o militar chato que onde ele tá só fala de quartel, o cara não tem outro assunto.
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ASPECTOS RELEVANTES SOBRE A LEI DA PENSÃO MILITAR

ASPECTOS RELEVANTES SOBRE A LEI Nº 3.765/1960 (PENSÃO MILITAR) – APLICAÇÃO E AVANÇO JURISPRUDENCIAL



Inicialmente, importante registrar alguns aspectos gerais dispostos pela Lei nº 3.765, de 04 de maio de 1960, que trata sobre as Pensões Militares, para, ao final, evidenciar a evolução jurisprudencial dada a alguns casos, em especial aos filhos do sexo masculino, maiores de 21 anos de idade.

O artigo 7º, da Lei nº 3.765/60, em sua redação original, rezava o seguinte sobre os beneficiários da pensão militar:

“Art 7º - A pensão militar defere-se na seguinte ordem:

I - à viúva;

II - aos filhos de qualquer condição, EXCLUSIVE OS MAIORES DO SEXO MASCULINO, que não sejam interditos ou inválidos; [...].”

Como se vê, o inciso II do artigo 7º da Lei nº 3.765/60 trazia no rol de beneficiários da pensão militar, na segunda ordem de preferência, os filhos de qualquer condição, exceto os maiores de idade do sexo masculino, que não fossem inválidos ou interditados. A regra era bastante restritiva, posto que a exclusão abrangia todos os filhos do sexo masculino, exceto, apenas, aqueles inválidos ou interditos.

Posteriormente, a Lei nº 8.216, de 13 de agosto de 1991, alterou a redação do art. 7º, da Lei nº 3.765/60, que passou a ser assim redigido, verbis:

“Art. 7º A Pensão Militar, é deferida em processo de habilitação, tomando-se por base a declaração de beneficiários preenchida em vida pelo contribuinte, na ordem de prioridades e condições a seguir:

I - primeira ordem de prioridade - viúva ou viúvo; companheira ou companheiro; filhas solteiras e FILHOS MENORES DE 21 ANOS OU, QUANDO ESTUDANTES, MENORES DE 24 ANOS;

II - segunda ordem de prioridade - pais, ainda que adotivos que comprovem dependência econômica do contribuinte; [...]."

Percebe-se que a nova redação do art. 7º trouxe uma alteração na ordem de preferência ao benefício pensional, sendo que os filhos passaram a concorrer com a(o) viúva(o) na primeira ordem de preferência, bem como foi acrescentado o termo “solteira” para a condição de filha. Quanto ao filho do sexo masculino, passou-se a prever a possibilidade de o filho menor de 21 anos de idade ser beneficiário da pensão, cuja previsão se estendeu para os menores de 24 anos, SE ESTUDANTES.

Ocorre que a nova redação dada ao artigo 7º, da Lei nº 3.675/60, foi alvo de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN nº 574-0), que revogou o dispositivo legal, cuja redação atual (dada pela Medida Provisória nº 2.131-1, de 26 de janeiro de 2001), se encontra nestes termos:

“Art. 7o A pensão militar é deferida em processo de habilitação, tomando-se por base a declaração de beneficiários preenchida em vida pelo contribuinte, na ordem de prioridade e condições a seguir:

I - primeira ordem de prioridade:

a) cônjuge;

b) companheiro ou companheira designada ou que comprove união estável como entidade familiar;

c) pessoa desquitada, separada judicialmente, divorciada do instituidor ou a ex-convivente, desde que percebam pensão alimentícia;

d) FILHOS OU ENTEADOS ATÉ VINTE E UM ANOS DE IDADE OU ATÉ VINTE E QUATRO ANOS DE IDADE, SE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS OU, SE INVÁLIDOS, ENQUANTO DURAR A INVALIDEZ; e

e) menor sob guarda ou tutela até vinte e um anos de idade ou, se estudante universitário, até vinte e quatro anos de idade ou, se inválido, enquanto durar a invalidez.

II - segunda ordem de prioridade, a mãe e o pai que comprovem dependência econômica do militar;

III - terceira ordem de prioridade:

a) o irmão órfão, até vinte e um anos de idade ou, se estudante universitário, até vinte e quatro anos de idade, e o inválido, enquanto durar a invalidez, comprovada a dependência econômica do militar;

b) a pessoa designada, até vinte e um anos de idade, se inválida, enquanto durar a invalidez, ou maior de sessenta anos de idade, que vivam na dependência econômica do militar.

§ 1o A concessão da pensão aos beneficiários de que tratam o inciso I, alíneas "a", "b", "c" e "d", exclui desse direito os beneficiários referidos nos incisos II e III.

§ 2o A pensão será concedida integralmente aos beneficiários do inciso I, alíneas "a" e "b", ou distribuída em partes iguais entre os beneficiários daquele inciso, alíneas "a" e "c" ou "b" e "c", legalmente habilitados, exceto se existirem beneficiários previstos nas suas alíneas "d" e "e".

§ 3o Ocorrendo a exceção do § 2o, metade do valor caberá aos beneficiários do inciso I, alíneas "a" e "c" ou "b" e "c", sendo a outra metade do valor da pensão rateada, em partes iguais, entre os beneficiários do inciso I, alíneas "d" e "e".”

Pois bem, passadas essas primeiras premissas, registre-se que o presente artigo visa abordar as celeumas apresentadas pelas subsequentes alterações do art. 7º, uma vez que situações jurídicas surgiram na vigência da Lei nº 3.675/60, em suas redações anteriores, trazendo para o mundo jurídico algumas questões frequentemente levadas ao Judiciário para a devida solução.

Não é difícil perceber que a alteração do art. 7º, da Lei nº 3.675/60, visou beneficiar os filhos de militares falecidos, do sexo masculino, mesmo maiores de idade, majorando a idade inicial prevista de 21 anos, para 24 anos de idade, desde que comprovada a sua situação de discente.

Por sua vez, seguindo esse mesmo entendimento, o art. 50, §2º, da Lei nº 6.880/80, que dispõe sobre o Estatuto dos Militares, traz a seguinte previsão:

“Art. 50. São direitos dos militares:

[...]

§ 2° São considerados dependentes do militar:

I - a esposa;

II - o filho menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou interdito;

III - a filha solteira, desde que não receba remuneração;

IV - O FILHO ESTUDANTE, MENOR DE 24 (VINTE E QUATRO) ANOS, DESDE QUE NÃO RECEBA REMUNERAÇÃO;

V - a mãe viúva, desde que não receba remuneração;

VI - o enteado, o filho adotivo e o tutelado, nas mesmas condições dos itens II, III e IV;

VII - a viúva do militar, enquanto permanecer neste estado, e os demais dependentes mencionados nos itens II, III, IV, V e VI deste parágrafo, desde que vivam sob a responsabilidade da viúva;

VIII - a ex-esposa com direito à pensão alimentícia estabelecida por sentença transitada em julgado, enquanto não contrair novo matrimônio.”

Como se vê, há previsão tanto pela Lei nº 3.675/60 quanto pela Lei nº 6.880/80, que de forma mais genérica, prevê como dependente do militar o filho estudante, menor de 24 anos (desde que não receba remuneração).

Uma das problemáticas, então, surgiu para os casos em que o filho do sexo masculino, estudante e menor de 24 anos, se habilitava para a pensão militar no período entre a vigência da Lei nº 6.880, de 9 de dezembro de 1980, até a entrada em vigor da Medida Provisória nº 2.131-1, de 26 de janeiro de 2001, a partir de quando foi alterada a Lei nº 3.675/60, incluindo o filho menor de 24 anos, desde que estudante universitário. Posto que, nesse período (09.12.80 a 26.01.2001), haveria um conflito de leis, concernente à previsão ou não do filho do sexo masculino menor de 24 anos, como dependente do militar e possível usufrutuário do benefício pensional.

Tal celeuma, em um primeiro momento, se resolve pelo princípio tempus regit actum, ou seja, o direito à pensão "se rege pela lei da época em que o servidor reuniu os requisitos para obtenção do benefício, ainda que, por ser possível, não tenha formulado o respectivo pedido" (José dos Santos Carvalho Filho, Manual de direito administrativo, Atlas, 2012, 25ª ed., p. 707).

Relevante esclarecer que o princípio acima mencionado (tempus regit actum) tem sua fundamentação no Decreto-Lei nº 4.657, de 1942 (Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro), segundo o qual a lei terá vigor, até que outra a modifique ou revogue.

Portanto, é de suma relevância perquirir quando da aquisição do direito, no caso da pensão por morte, o tempo que indicará a norma legal a ser aplicada, qual seja, àquela relativa à data do óbito do militar. Aliás, é nesse sentido a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, abaixo colacionada:

ADMINISTRATIVO. RECURSO ESPECIAL. VIOLAÇÃO AO ART. 535 DO CPC. INOCORRÊNCIA. PRESCRIÇÃO. TERMO INICIAL. MILITAR. PENSÃO POR MORTE. FILHO MAIOR DE 21 ANOS. UNIVERSITÁRIO. LEI VIGENTE AO TEMPO DO ÓBITO. LEI 3.765/60. PRORROGAÇÃO ATÉ OS 24 ANOS DE IDADE. IMPOSSIBILIDADE.

1. A Corte de origem dirimiu a controvérsia de forma clara e fundamentada, embora de maneira desfavorável à pretensão do recorrente. Não é possível se falar, assim, em maltrato ao art. 535, II, do Código de Processo Civil.

2. O termo inicial da prescrição é a data em que suspenso o pagamento do benefício, pois é nesse momento que nasce a pretensão à sua prorrogação.

3. A jurisprudência desta Corte se firmou no sentido de que a pensão se rege pela lei vigente na data do óbito do instituidor. Se o óbito ocorreu na vigência da Lei 3.765/60, a pensão somente é devida ao filho maior do sexo masculino até os 21 anos, não sendo possível sua extensão até os 24 anos, ainda que universitário, previsão que somente passou a viger com a edição da Medida Provisória 2.131/01.

4. Recurso especial conhecido em parte e provido.” (REsp 1405116/RS, Rel. Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA, julgado em 24/09/2013, DJe 01/10/2013)

Portanto, a conclusão a que se chega é que a jurisprudência do STJ se firmou no sentido de que, tendo o óbito ocorrido ainda sob a regência da antiga redação da Lei nº 3.765/1960, a qual restringia a percepção da pensão militar por filhos do sexo masculino somente até os 21 anos de idade, não é possível a extensão do benefício aos filhos menores de 24 (vinte e quatro) anos, ainda que universitários, porquanto essa previsão somente passou a viger com as alterações promovidas pela Medida Provisória n.º 2.131-1/01, posterior e subsequentemente reeditada, até a vigente Medida Provisória nº 2.215-10, de 31 de agosto de 2001.

Ocorre que esse entendimento, recentemente, foi alterado pelo Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do RESP 1.181.974/MG, no qual foi desconsiderado o princípio do tempus regit actum, fazendo prevalecer, no caso, a disposição prevista no inciso IV do §2º do art. 50 da Lei nº 6.880/80, em detrimento à disposição prevista no art. 7º da Lei nº 3.675/60 (antes da redação dada pela MP 2.215-10/2001).

Ao negar provimento ao Recurso Especial interposto pela União, o relator Desembargador convocado Newton Trisotto manteve o entendimento adotado pelo e. Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que não se fundamentou apenas na Lei nº 3.765/60, mas também no artigo 50, §2º, inciso IV, da Lei 6.880/80 (Estatuto dos Militares), vigente na data do óbito, que reconhece o filho menor de 24 anos (estudante) como dependente do militar.

O voto condutor do acórdão citou vários precedentes da Corte Superior de Justiça que entendem que, se o óbito ocorreu na vigência da redação original da Lei nº 3.765/60, a pensão somente é devida ao filho do sexo masculino até os 21 anos de

idade, não sendo possível sua extensão até os 24 anos, ainda que universitário, o que só passou a ser admitido em 2001, com a Medida Provisória 2.131-1/2001.

No entanto, segundo o e. Relator, o inciso IV do §2º do art. 50 da Lei 6.880/80, ao estabelecer quem são os dependentes do militar, revogou a limitação então prevista no artigo 7º, da Lei 3.765/60, por se tratar de dispositivo de lei mais novo e incompatível com o de lei anterior.

Assim, divergindo do entendimento consolidado nos precedentes e acompanhado pela unanimidade da Quinta Turma do STJ, o e. Desembargador convocado concluiu que, mesmo tendo o militar falecido antes da alteração dada à Lei nº 3.675/60, pela MP nº 2.215-10/01, mas na vigência da Lei 6.880/80, deve ser confirmado o acórdão que reconheceu a seu filho - estudante universitário - o direito de receber a pensão até os 24 anos de idade.

Importante colacionar, abaixo, o entendimento doutrinário acerca do tema:

"[...] 'Quando seja com ela incompatível, ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior', são típicos casos de revogação tácita. No caso (quando seja com ela incompatível) por chocar-se frontalmente com a normatividade da que lhe precedeu. No caso de (quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior) por subtrair da lei anterior a substância nela regulada."1.

Diante dessas considerações, a nova interpretação dada pelo Superior Tribunal de Justiça às disposições relativas à pensão militar é que a Lei nº 6.880/1980, por constituir “lei posterior”, revoga a Lei nº. 3.765/1960, na parte em que com ela é incompatível, no caso, exatamente no que diz respeito à idade limite para a concessão do benefício pensional ao filho do sexo masculino, menor de 24 anos, quando estudante (universitário).

Com essa nova interpretação, o Superior Tribunal de Justiça abre precedente que poderá beneficiar filhos (do sexo masculino e menores de 24 anos, se estudantes) de militares falecidos antes da nova redação dada à Lei nº 3.675/60, desde que o óbito tenha ocorrido na vigência da Lei nº 6.880/80 (ou seja, de 9.12.1980 até janeiro/2001), posto que estar-se-ia diante de um conflito de leis, resolvido, por sua vez, pelo princípio de que a lei posterior revoga a lei anterior, mormente porque a Medida Provisória nº 2.131-1/2001 (sucessivas vezes reeditadas, até a atual e vigente MP nº 2.215-10/2001), até o momento, não teve a sua conversão em lei.

Por todo o exposto, o que se percebe é que, de fato, não há o engessamento do Poder Judiciário, que se molda às diversas questões fático-jurídicas existentes, de modo a atender os anseios da sociedade, a fim de aplicar o direito à espécie e garantir a Justiça das suas decisões.

Autora:

Mariana de Fátima Candido
Advogada Coordenadora do Januário Advocacia Militar - OAB/DF nº 23.712
Pós-graduada em Direito Público pela Universidade Fortium - Brasília/DF;
Graduada em Direito pela Universidade de Uberaba/MG;
Atuando nas áreas do Direito Militar, Público/Administrativo e Civil.


"Este artigo foi patrocinado pela empresa JANUÁRIO Advocacia Militar. Se você tem interesse em ver seu artigo publicado no Milico Ponderão, entre em contato conosco pelo "FALE COM O MP" ou milicoponderao@hotmail.com e enviaremos a você uma proposta comercial”.
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COMO 13 PIORES DITADORES DO MUNDO MORRERAM

Alguns ditadores teve mortes sangrentas mas muitos morrem de velhice ou doenças naturais. Confira aqui 13 famosos ditadores modernos e as causas de suas mortes:

1- Joseph Stalin, Rússia (1878-1953): derrame
2- Benito Mussolini, Itália (1883-1945): executado por comunistas, teve seu corpo pendurado de cabeça para baixo para exibição pública e confirmação de sua morte
3- Adolf Hitler, Alemanha (1889-1945): suicídio.
  4- Francisco Franco, Espanha (1892-1975): declínio de saúde e mal de Parkinson
5- Mao Zedong, China (1893-1976): declínio de saúde e possível esclerose lateral amiotrófica (doença de Lou Gehrig)
6- Francois “Papa Doc” Duvalier, Haiti (1907-1971): diabetes e doenças cardíaca
7- Kim Il-Sung, Coreia do Norte (1912-1994): ataque cardíaco
8- Augusto Pinochet, Chile (1915-2006): insuficiência cardíaca e edema pulmonar
9- Nicolae Ceausescu, Romênia (1918-1989): executado por um pelotão de fuzilamento
10- Idi Amin, Uganda (1925-2003): falência múltipla de órgãos
11- Saddam Hussein, Iraque (1937-2006): considerado culpado de crimes contra a humanidade, foi enforcado
12- Moammar Gaddhafi, Líbia (1942-2011): capturado, espancado e morto por rebeldes
13- Kim Jong-Il, Coreia do Norte (1941 ou 1942-2011): ataque cardíaco

Fonte: LiveScience

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ARREPIANTE HOMENAGEM A TRÊS BRAVOS SOLDADOS DA FEB

A banda power metal sueca Sabaton, formada em 1999 e conhecida por ter letras com relação a guerras históricas fez uma bela homenagem a três expedicionários que foram atacados por forças alemãs. Em menor número, a patrulha foi condenada a se render. Os três homens se esconderam e abriram fogo contra o inimigo até ficarem sem munição. Não satisfeito, passaram a lançar suas baionetas e avançaram contra os alemães e, consequentemente, foram alvejados e mortos a tiros. Em reconhecimento da bravura dos soldados e em homenagem à sua memória, os alemães enterraram os três e colocaram uma cruz com a inscrição " Drei Brasilianischen Helden "(Três heróis brasileiros) em honra aos três heróis: Arlindo Lúcio da Silva, Geraldo Baeta da Cruz, Geraldo Rodrigues de Souza.




A homenagem é a canção Smoking Snakes criada no ano passado e um trecho da canção é cantada em português pelo vocalista Joakim Brodén - "Cobras fumantes, eterna é sua vitória"



A expressão "A cobra vai fumar" foi usada pelos combatentes brasileiros e é utilizada até hoje como expressão de que algo vai dar problema.


Abaixo segue o clipe da música, vale a pena escultar:


Letra traduzida da música:

Nos lembramos, sem rendição
Os heróis de nosso século

Três homens aguentaram fortes, e eles resistiram por muito tempo
Indo para a luta, para a morte que os espera
Louco ou corajoso, isso vai acabar na sepultura?
Como eles estão dando suas vidas
Como suas doutrinas da honra

Longe, longe de casa, para uma guerra
Batalhada em solo estrangeiro e
Longe, longe do conhecido, diga seu conto
Sua história esquecida
Cobras fumantes, Eterna é Sua vitória!

Levantem-se a partir do sangue dos seus heróis
Vocês, foram os únicos que se recusaram a se render
Os três, preferiram morrer do que fugir
Saibam que a sua memória
Será cantada por um século

Três tomaram o golpe, enquanto impressionavam o seu inimigo
Jogando dados, com suas vidas
Como eles estão pagando o preço
Enviado para levantar o inferno, ouvir o toque dos sinos
Ele está chamando por você enquanto a Wehrmacht marcha

Longe, longe de casa, para uma guerra
Batalhada em solo estrangeiro e
Longe, longe do conhecido, diga seu conto
Sua história esquecida
Cobras fumantes, Eterna é Sua vitória!

Levantem-se a partir do sangue dos seus heróis
Vocês, foram os únicos que se recusaram a se render
Os três, preferiram morrer do que fugir
Saibam que a sua memória
Será cantada por um século

Enviado a alto mar para ser lançado ao fogo
Lutaram por um propósito com orgulho e desejo
O sangue dos bravos que dariam para inspirar
Cobras fumantes, sua memória vive!

Enviado a alto mar para ser lançado ao fogo
Lutaram por um propósito com orgulho e desejo
O sangue dos bravos que dariam para inspirar
Cobras fumantes, sua memória vive!

Cobras fumantes, Eterna é Sua vitória!

Levantem-se a partir do sangue dos seus heróis
Vocês, foram os únicos que se recusaram a se render
Os três, preferiram morrer do que fugir
Saibam que a sua memória
Será cantada por um século

Nos lembramos, sem rendição
Os heróis de nosso século
Os heróis de nosso século

*Dica do ponderão João Emílio Duarte Farias


Envie vc também a sua dica para ser publicada aqui no blog por milicoponderao@hotmail.com

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MILITAR DO EXÉRCITO REALIZA TRAVESSIA COM AS MÃOS ALGEMADAS VISANDO ENTRAR NO GUINNESS BOOK

Mais uma aventura do conhecido sargento Feliciano. Ontem (14) o militar atravessou da mureta da URCA até o posto 2 da praia Flamengo totalizando 2.4km. Blz, mas cadê a aventura? Pois bem caro leitor, a novidade é que ele fez essa travessia com as mãos algemadas. Será mais um protesto desse sargento que luta por melhorias salariais dos militares? Sim só que não. O principal objetivo dessa "loucura" é que ele quer entrar no Guinness Book, o conhecido livro de recordes. É claro que essa travessia não foi a oficial e sim um treino mas mesmo assim chamou a atenção de muitos que estavam na praia do Flamengo.



O sargento Feliciano ficou conhecido fazer um rapel na ponte Rio Niterói para chamar a atenção da mídia sobre a questão salarial dos militares das FFAA. Protestou também escalando um monumento no centro da cidade do Rio de Janeiro e sobrevoou com um parapente estendendo uma faixa com a frase "SALÁRIO JUSTO FORÇAS ARMADAS" e é claro, usando a camiseta do Milico Ponderão. (Veja no link abaixo) 







Na sunga do nadador estava impresso um número significativo 0,16. Ele não deu declarações sobre o assunto. O que é compreensível, levando em consideração o histórico de punições por conta de manifestos contra os salários baixos.

Segundo pesquisa divulgada pela revista Sociedade Militar, mais de 80% dos militares pensou em pedir baixa nos últimos anos e mais de 90% se sentem desestimulados justamente por conta da remuneração bem abaixo do que acreditam ser justo.

Algumas pessoas presentes nesse feito do militar, disseram que o número na sunga é uma referência a 2016, ano das olimpíadas no Rio de Janeiro. Sabemos que 0.16 chama a atenção dos militares por que o número é exatamente o valor do salário família pago para cada dependente de membros das Forças Armadas porém, como já mencionado, o sargento Feliciano não quis comentar nada sobre esse assunto.


Fonte: sociedademilitar.com

Em tempo: aproveito aqui para contar um episódio que ocorreu na minha família. Quando meu irmão se casou, fui convidado a ser padrinho dele. Como um bom padrinho, disse a ele que daria todo meu salário família ao casal por um período de um ano. Ele ficou paralisado e me olhando com um olhar de "se tá brincado comigo né? Sério isso?" e eu disse que era sério. Naquela hora ele me abraçou super feliz. Até aqui a história está linda, triste foi quando falei a ele o valor do meu "salário" família, R$0,16....choramos juntos e ele, compadecido de mim, me doou uma grana que ele recebeu na festa ao cortar a gravata.



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