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MULHERES PODERÃO PRESTAR O SERVIÇO MILITAR NAS FORÇAS ARMADAS

Se o  Projeto de Lei do Senado PLS 213/2015 da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) for aprovado, o alistamento militar feminino, mesmo em época de paz, será possível. De acordo com o texto, elas poderão exercer a atividade voluntariamente, de acordo com suas aptidões, desde que manifestem o interesse.







Justificação (do projeto)

O projeto ora apresentado tem o caráter de ação afirmativa e destina-se a assegurar às mulheres a prestação do serviço militar, desde que por ele optem no mesmo prazo legal previsto para a apresentação dos demais brasileiros.

Com isso, pretendemos dar às mulheres a oportunidade de participarem da realização desse serviço, que tantas lições de cidadania têm prestado aos brasileiros, com acesso igual para todos os gêneros.

As Forças Singulares vem incorporando mulheres em suas fileiras sem nenhuma restrição, excetuando-se a área combatente: não foram criados quadros femininos; a mulher ocupa cargo e concorre às promoções nas mesmas condições de igualdade que os militares de sexo masculino; os critérios de avaliação de desempenho profissional não discriminam o sexo; as mulheres recebem a mesma instrução militar básica ministrada aos homens, participando de marchas (a pé e motorizadas), acampamentos, tiro real com armas curtas, jogos de guerra e manobras logísticas; a
maioria das oficiais e sargentos encontra-se lotadas nos quartéis-generais, nas organizações militares de saúde, nos estabelecimentos de ensino e nos órgãos de assessoramento.

Às mulheres, dentre outros, são garantidos pela legislação os seguintes direitos: licença maternidade; dispensa de uma hora, durante o expediente, para militar lactante, até o filho completar seis meses de idade; dispensa de atividade que envolvam esforços físicos ou exercícios de campanha para a militar gestante.

Entretanto, a despeito desse aumento significativo da presença feminina nas Forças Armadas, ainda não há a efetiva participação feminina em todos os cargos e funções existentes nas Forças Singulares, o que certamente conforme a Carta constitucional deveria ser a realidade.

Portanto, entendemos que essa possibilidade legal vai ao encontro de tonar mais efetivo o mandamento inscrito no art. 5º da Constituição Federal, que iguala homens e mulheres em direitos e obrigações.
Veja o projeto na íntegra AQUI!


Curiosidades sobre a mulher no Exército Brasileiro

 -A primeira participação de uma mulher em combate ocorreu em 1823. Maria Quitéria de Jesus lutou pela manutenção da independência do Brasil, sendo considerada a primeira mulher a assentar praça em uma Unidade Militar.

- Somente em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, as mulheres oficialmente ingressaram no Exército Brasileiro.

- Em 1992, a Escola de Administração do Exército (Salvador - BA) matriculou a primeira turma de 49 mulheres, mediante a realização de concurso público.

-  Em 1996, Maria Quitéria de Jesus, a Paladina de Independência, foi reconhecida, na fileiras do Exército, como Patrono do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro.

O Exército instituiu o Serviço Militar Feminino Voluntário para Médicas, Dentistas, Farmacêuticas, Veterinárias e Enfermeiras de nível superior (MFDV) em 1996.

- O Instituto Militar de Engenharia - IME (Rio de Janeiro - RJ) em 1997, matriculou a primeira turma de 10 mulheres alunas.

- No ano de 1998, o Exército instituiu o Estágio de Serviço Técnico. Naquela oportunidade, incorporou a primeira turma de 519 mulheres atendendo às necessidades de Oficial Técnico Temporário (OTT) da Instituição.

- A Escola de Saúde do Exército em 2001, permitiu a inscrição de mulheres para participar do concurso público para o preenchimento de vagas no Curso de Sargento de Saúde que passou a funcionar em 2002.

Fontes: senado.gov, senado.leg e eb.mil



E aí, qual é a sua opinião a respeito desse projeto?


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ACOCHAMBRADA NA GUARITA

Por isso que falam que milico é o rei da adaptação. Com dois paralelepipidos, um tijolinho de barro  e um cone, o guarda deu um jeito de se bizurar na guarita... (todo golpe é válido desde que não seja plotado).



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TRATAMENTO DIFERENCIADO


Oficiais tem tratamento diferenciado? Nunca na vida, isso é recalque de praça...


Abraça seu 7.62 praça e vá pro desfile sem chororô!!


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EXCESSO DE VIBRAÇÃO (BISONHICE) NO "TEATRINHO" DA GUARDA

Da série “Histórias de Milico”


No pernoite foram ensinar o recruta os procedimentos de abordagem, ai ele se abrigou e foi fazer o "teatrinho". Ao abordar ele começou a disparar aos berros:

-ALTO!ALTO!... (Bem brabão)

Então o adjunto explicou a maneira correta e ele fez. Depois do “alto” o adjunto perguntou:

-O quê você faz agora?

O reco começa a berrar novamente:

- TELEFONE CELULAR, PASSE O TELEFONE CELULAR!

Frente a bisonhice, o Of Dia intervém e questiona:

- Tu não vai identificar o invasor?

O  recruta safamente brada aos berros:

 -IDENTIDADE, PASSE O NÚMERO DA IDENTIDADE!

O of de dia cobrou seriedade na hora do pernoite mas não foi possível diante de tanta bisonhice.

É senhores, morreremos e não veremos tudo...(Dica do ponderão Sadan)

Envie vc também a sua dica para ser publicada aqui no MP por milicoponderao@hotmail.com


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FILHO DE MILICO

Como é ser filho(a) de militar? Leia o testo abaixo:
Ser filho de milico é se acostumar com despedidas e ainda assim sofrer com elas. É conviver com saudades, é descobrir novos costumes, conhecer novas cidades ou até mesmo países. 

É ficar com raiva de ter que ir embora, é se adaptar, é aprender a gostar de novo e de novo, e de novo. É saber que logo vai estar com o coração apertado, pois filho de milico não tem paradeiro. Ser filho de milico é adaptação. É ser o rei da adaptação, cair de paraquedas quase todo ano numa escola nova, numa sala nova, com professores e colegas novos e se virar. É entrar em colégio militar assim que der. É logo fazer amizade no primeiro dia, afinal, todo mundo ali... se entende. É saber e falar todas aquelas gírias de quartel e misturar todos os sotaque do país com a maior naturalidade. 

Ser filho de milico é saber que vai se mudar até não aguentar mais. É ficar esperando pela transferência, é não saber onde estará no ano que vem, nem no próximo. É chegar ao fim do ano e   tentar descobrir pra onde seus amigos vão e se tem algum conhecido chegando. É reclamar disso tudo. E quando finalmente se assentar num canto, achar a vida "normal" um tédio. 

É não ter casa, e sim pnr. É saber o hino nacional, o hino da bandeira (e até o do exército!) e ir assistir o pai desfilar no sete de setembro. Ser filho de milico é ter várias gírias, sotaques e experiências. Afinal a gente nasce num canto do país e depois vive feito cigano,  cada dois anos em um lugar diferente, de norte a sul, leste a oeste. É ter história para contar, muita história. E ficar apertado quando contar uma história porque não se lembra do nome do seu amigo de infância, aquele de quem não vai se esquecer jamais, mas... cujo nome se perdeu no meio de tantos. É ter centenas de "tios e tias" da família militar espalhados pelos quatro cantos do país. E conhecer e conviver mais com eles do que os seus tios de sangue.É namorar a distancia e sofrer em dobro na adolescência. É gastar absurdos na conta do telefone. É dar vivas pela existência do orkut, facebook, skipe, msn e cia. É conhecer gente em todo canto do país. É perder amigos, refazer amigos, reencontrar amigos. É descobrir o sentido de verdadeira amizade, aquela que supera toda distância e todo tempo. É descobrir que paciência é o melhor remédio para tudo, especialmente para a saudade. É saber que o tempo não pára, e que a gente também não.Ser filho de milico é não ter muita frescura, é ter a mente aberta, é abrir os horizontes. É ter fé na vida, é conviver - bem ou mal - com isso tudo e saber que a única coisa certa na nossa  vida é que sempre haverão caixas e caminhões de mudanças. Ser filho de milico é tirar felicidade de tudo isso. É amar o seu estilo de vida exatamente do jeito que é, apesar dos pesares, é superar-se e ser guerreiro desde o berço.É no final das contas, descobrir que é acima de tudo brasileiro e morre de orgulho do país e do pai, esse pobre idealista que nos carregou pelo Brasil afora durante todo esse tempo.Ser filho de milico é nascer enrolado no pavilhão nacional.É ter sangue verde e amarelo correndo nas veias.Eu também sou filha de milico.Sou filha, esposa, nora, cunhada, amiga, tia e mãe (pimpolha já está no CM e vai ser "promovida" a segundo tenente, pode isso?) de milico.E me orgulho muito disso!

*Testo retirado do blog Insanidade Temporária

E vc, é filho(a) de milico? Caso queira acrescentar algo ou contar a suas experiências nos comentários fique a vontade .


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